Frase

  • Vamos partir para a próxima pq o mundo continua rodando e nós não podemos terminar esta viagem louca perdendo!

19 de mai. de 2008

Vencerá a Luta...


E então disse-me o Sensei: Vencerá a luta aquele que não precisar levantar um dedo para derrubar o adversário!

E esta incógnita ficou na minha cabeça até muito tempo depois de eu deixar os treinamentos, até um dia realmente perceber, no mundo real o que isso realmente significa.

Ocorreram duas situação, mas antes da mais nada devo lembrar que uma das regras para se sair na cidade aonde moro (Rio-Zona norte), é contigo só leve: Um documento com foto, uns trocados e um celular fudido.

Mas então, vamos às situações:

1ª...

Na madruga de um sábado, estava voltando para casa e passei por um lugar muito barra pesada a pé com uma amiga, um lugar sombrio e medonho que é a Praça da Bandeira de madrugada, aqui perto de casa. Fomos abordados por dois caras e uma mulher, moradores de rua, que perguntaram onde eu morava, (sempre que alguém, maltrapilho ou com cara de malandro te perguntar isto é porque ele vai querer te assaltar), sem responder exatamente aonde morava disse que morava logo ali, então um dos caras exigiu meu dinheiro e o meu celular logo após eu ter-lhe dado uns trocado quando pedira o mesmo para que pegassem um ônibus, vi que realmente ele ia me assaltar, então girei minha mão, a qual o cara segurava como que para não deixar eu sair correndo e soltei-me do individuo e disse que já havia dado muito (alguns centavos que sobrara da minha passagem) e que não daria mais nada, foi então que ele me segurou pelos braços e me irritou, então o empurrei como se quisesse iniciar uma briga mas não a fiz acontecer, numa forma audaciosa pequei o meu celular do bolso, um LG barateco e disse-lhes que não era de valor, que só servia para ligar para a minha mãe, então um deles pegou na minha mão, a qual segurava o cel, foi então que realmente fiquei puto, girei minha mão como da primeira vez e o empurrei com mais força e disse que era para eles saírem que não iria mais entregar porra nenhuma, foi então que a mulher do grupo, que estava perto de uma amiga minha que estava atrás de mim, chamou o grupo para irem embora, fui até minha amiga, que aparentemente havia só lhes dado uns trocados como eu e descobri que ela havia dado o céu celular, fiquei puto com ela mais do que fiquei puto com os mendigos.

2ª...

Terça feira de manha, logo após a 1ª situação, estava atravessando a rampa maracá-UERJ para começar mais um dia estressante de estudos, chegando encima da rampa reparei duas sombras atrás de mim, uma pela esquerda e outra, que me chamou mais a atenção, pois estava com uma das mãos no bolso da blusa de frio, como que se escondesse uma arma, a minha direita, então logo pensei, “Caralho, vão tentar me assaltar novamente”, a sombra da esquerda passou e nada aconteceu, a da direita porem, a que estava com a mão no bolso, se aproximou de mim logo após eu ter olhado para trás para ver quem realmente era e disse, “Ai cara, aonde você mora?” (Aquela típica pergunta de inicio de assalto lembra?) e me veio a cabeça, “PQP, alguém hoje vai tomar porrada, ou ele ou eu”, então, já expert no assunto disse calmamente, “Ali pra baixo!”, então ele insistiu, “Mora aonde cara?”, “Ali perto da Petrobras”, e ele disse : Po cara, não quero nada não, só vou lhe pedir para ir passando o celular e o dinheiro e anda logo se não vou te encher de furos.

Então lhe disse: Ai cara não tenho nada, moro logo ali, venho para a faculdade a pé para não gastar dinheiro e meu celular... não vale nem dez reais – Novamente audacioso peguei o cel. do bolso e mostrei-lhe e antes que ele pudesse reparar joguei-o no bolso novamente, então ele disse para deixá-lo ver, falei que era uma merda que nem MP3 tinha e percebi que poderia enrolá-lo só na lábia e continuei. – Po venho para esta merda de faculdade publica, falta professor, tudo desorganizado, é foda.

Então ele pediu uns trocados para comer no bandejão, eu realmente não tinha nada e disse: I cara, nem tenho mesmo, trago até um saco de biscoito porque vou passar o dia inteiro ai e vou ficar com fome. – percebi que era tão fácil enrolá-lo que até perguntei coisas intimas – I ai cara, o que você faz da vida? – E não é que o cara tava caindo.

- Po, faço isso aqui que você vê!

- É isso ai né cara, temos que fazer o que podemos ralar para conseguir o que queremos. Ta cada dia mais foda.

- É isso ai cara, vou te deixar tirar de quem não tem não dá.

Então, descendo a rampa, virei e disse: - Boa sorte ai cara. – e continuei meu caminho.

Fiquei bolado como o cara caiu assim tão fácil.

Então comparando as duas situações percebi o significado daquela Frase que citei lá em cima, lembra-se: Vencerá a luta aquele que não precisar levantar um dedo para derrubar o adversário!

Na primeira situação, fiquei muito bolado e queria espancar aqueles caras moradores de rua, já no segundo, o que senti logo após ter deixado o cara e descido a rampa, foi um alivio muito grande de não ter precisado fazer nada com o cara.

Mas tem vários detalhes que rondam estas histórias, como o fato do cara ser tão trouxa de querer vir tirar coisas de mim sem estar portando uma arma, a outra é o cara pensar que realmente eu acreditei que ele tinha uma arma no bolso do casaco dele, outro fato também é que, se o cara da rampa tivesse me tocado, eu realmente iria ficar puto e partiria para a ignorância.

30 de abr. de 2008

Natureza, Um sistema.



A natureza não é viva, ela é um sistema que possui subsistemas vivos, vivos são sistemas capazes de fazer escolhas, ou ao menos de entender as escolhas que deveria ter feito, mas apesar de não ter vida, este sistema tem processos reguladores que lhe mantém ativo, ou seja, nós, parte deste sistema, podemos modificá-lo, mas ele se providencia de se adaptar para manter-se em equilíbrio. Apesar de subsistema deste grande sistema, a natureza não depende de nós e suas adaptações não se privarão de eliminar os cânceres de seu próprio domínio.

Sistemas vivos sempre dependem de um sistema maior, sistemas grandes nunca serão vivos.

Estamos então, modificando todo este sistema que é nossa própria casa, acusando a nós mesmo de estar destruindo o planeta. Com isso vemos a ignorância que ronda a humanidade. Não estamos destruindo a natureza, estamos modificando-a, e o que isso acarretará: na sua adaptação para manter-se em equilíbrio, destruindo os seus subsistemas ou não, ela sempre criará adaptabilidades que manterão o seu equilíbrio.

O equilíbrio natural é uma regra quase inquebrável na realidade que vivemos. Damos a isso o nome de Lei da troca equivalente, a qual atribuí-se a todas as coisas da terra, seja elas naturais ou humanas, no que consiste em: Tudo que tiramos (de um determinado lugar ou de alguém) temos que devolver ou por no lugar, algo que tenha equivalência de valor. Ou seja, “se tirarmos um alicerce de um prédio, devemos então por no lugar algo que o sustente, pois senão ele pode vir a cair por causa desta perda.”

O que vemos hoje no planeta é o seguinte: Estamos criando o aumento da temperatura, estamos desequilibrando a natureza. Tirar este equilíbrio dela fará com que mudanças sejam mais visíveis, mudanças essas que surgem para equilibrar este aumento que criamos. A natureza não deixará impune nossa incompetência de governá-la, iremos com isso, pagar o preço equivalente a todos os erros que cometemos.

Nirvana, O esclarecimento.

O nirvana é o esclarecimento mental, o conhecimento, a iluminação dos pensamentos, por isso, já logo aviso: Deus não existe, deus é só uma palavra para denominar algo que a maioria não entende, assim como o amor e outras coisas abstratas.

Então o amor não existe? Não foi o que eu quis dizer, o amor denomina um sentimento que é real, o sentimento é real, mas para melhorar a comunicação, demos-lhe o nome de amor. Sem entender certas coisas como a realidade sobre deus, o chamamos assim e pronto.

O esclarecimento é algo capaz de transformar-nos, quando conseguimos resolver algum problema nos satisfazemos, quanto mais complicado maior a nossa satisfação e quanto mais conhecimento adquirimos, mais próximos da iluminação estamos. A iluminação é o esclarecimento.

Temos liberdade quando temos conhecimento, temos força quando somos capazes de pensar. Nosso poder todo está na mente, ela é o nosso guia.

Mas o mundo em que vivemos possui vários sistemas que influenciam nossos caminhos, por tanto, é melhor saber de tudo um pouco do que saber muito de pouco, porque nenhuma decisão de nossa vida dependerá somente de uma única reta, somente uma variável, sempre seremos afetados por vários planos capazes de mudar nossa vida.

Saber muito de um único assunto, por tanto, não fará livrarmos de desafios em nosso mundo, mas saber um pouquinho de cada coisa nos dará base para ultrapassarmos muitos obstáculos.

Um carro não precisa de um único sistema para se mover, pode ele ter um excelente sistema de aceleração, mas se não houver nele, um bom sistema de freios, como poderia ele ser um bom carro?

Portanto, esclarecimento. Esta a palavra chave da vida. Aprender, pensar e concluir. Aprofundar-se em poucos assuntos, mas nunca deixar de lados outros assuntos essenciais.


14 de fev. de 2008

O brilho de uma nova vida.


Um dia eu lhe falei de estrelas, e agora que a sua já não brilha mais? Estrelas reluzem no infinito manto celestial e se apagam. Apagam para sempre. Morrem no mar da solidão.

Isso não é para te ofender. Eu só quero que você veja mais o brilho das outras pessoas, talvez assim você consiga o seu de volta...

Ninguém tem luz própria. Todos temos que buscar nosso brilho no brilho dos outros.

Quando ver nos olhos do seu fruto, o brilho de um mundo novo, espero que saiba conservá-lo, e talvez assim possa recuperar um pouco do seu brilho, possa com ele construir um mundo novo, e não deixar esta estrela se afundar na escuridão da solidão que draga as almas dos foscos.

Olhos vermelhos, narinas dilatadas sempre foram a sua libertação. Prazeres e prazeres de ter outros a seus pés. E agora que você tem uma outra vida na sua vida, será capaz de fazer tudo novamente?

Espero que haja uma estrela lá em cima para proteger sua nova vida, seu novo fruto de vaidade e prazeres.

9 de fev. de 2008

Queridas crianças


      "Porque é sempre assim, quando crianças, elas vem com um papinho de paixonite aguda e nós as recusamos (entendam gatas, pedofilia é crime, agente faz isso para o bem de vocês, e nosso claro), depois de um longo tempo elas vêm, lindas e gostosas com um papinho de “Nossa, quanto tempo!” e nos esnobam pelo resto da nossa humilde vidinha de “Homem” e será sempre assim!"

Scar.


A pratica do corte o corpo iniciou-se a muito tempo em algumas tribos antigas como forma de cultuar seus deuses, na cultura dos antigos samurais, cortar a parte interna da cocha mostrava coragem. Hoje em dia nos deparamos com “emozinhos” que, deprimidos, cortam seus pulsos com giletes e rasgam seus corpos com o mesmo, por outro lado, vemos metidos a machos, desenharem seus corpos com bisturis e exibirem como um adorno a mais no corpo.

Esta pratica milenar é tida a eles (a tribos antigas) como uma aproximação espiritual a aquilo que acreditam, seja um deus ou uma verdade qualquer. Tendo a finalidade de separar o corpo do espírito.

Fugindo dos fins desta pratica, terminamos numa cultura deprimida e vaidosa.

A dor sofrida pelos adeptos desta pratica, tem a finalidade de elevar-se a um patamar mais alto, tendo assim, a mesma resposta de um choro, para os mais praticantes, algo a mais que uma reza é par um religioso, sendo esta mais libertadora do que aquela.

Sendo ela (a dor) nada mais que um impulso eletromagnético de resposta cerebral.

A verdadeira pratica de corte do corpo deve ser estritamente professional e acima de tudo, espiritual. Praticada por culturas e seitas que compactuem com suas verdadeiras finalidades.

Conclusão: Não devemos mutilar nossos corpos por vaidade ou para tentarmos fugir de uma realidade dura e cruel.

Devemos abraçar esta pratica como um estilo de vida, mas espiritual do que carnal.

25 de jan. de 2008

Palavras


Palavras bonitas nunca salvaram ninguém de fins trágicos,

Um dia percebemos que não há nenhum valor significativo nisso tudo.

Eu te disse que têm pessoas que não valem a pena gastarmos nossas lagrimas com elas, eu esqueci de dizer que eu estou incluso neste grupo.

Existe duas incógnitas verdadeiras, uma que diz: Todo mundo, com o tempo, muda. E outra de que diz: As pessoas nunca mudam.

E as duas estão sempre presentes juntas.