A pratica do corte o corpo iniciou-se a muito tempo em algumas tribos antigas como forma de cultuar seus deuses, na cultura dos antigos samurais, cortar a parte interna da cocha mostrava coragem. Hoje em dia nos deparamos com “emozinhos” que, deprimidos, cortam seus pulsos com giletes e rasgam seus corpos com o mesmo, por outro lado, vemos metidos a machos, desenharem seus corpos com bisturis e exibirem como um adorno a mais no corpo.
Esta pratica milenar é tida a eles (a tribos antigas) como uma aproximação espiritual a aquilo que acreditam, seja um deus ou uma verdade qualquer. Tendo a finalidade de separar o corpo do espírito.
Fugindo dos fins desta pratica, terminamos numa cultura deprimida e vaidosa.
A dor sofrida pelos adeptos desta pratica, tem a finalidade de elevar-se a um patamar mais alto, tendo assim, a mesma resposta de um choro, para os mais praticantes, algo a mais que uma reza é par um religioso, sendo esta mais libertadora do que aquela.
Sendo ela (a dor) nada mais que um impulso eletromagnético de resposta cerebral.
A verdadeira pratica de corte do corpo deve ser estritamente professional e acima de tudo, espiritual. Praticada por culturas e seitas que compactuem com suas verdadeiras finalidades.
Conclusão: Não devemos mutilar nossos corpos por vaidade ou para tentarmos fugir de uma realidade dura e cruel.
Devemos abraçar esta pratica como um estilo de vida, mas espiritual do que carnal.
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